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4 de abr. de 2011

Ginástica Laboral previne doenças e promove bem–estar

Promover o bem-estar e prevenir doenças. Estes são os principais objetivos da ginástica laboral, a atividade física realizada através de exercícios de alongamento e fortalecimento dentro do ambiente de trabalho. 

Cada vez mais adotada pelas empresas preocupadas com a saúde de seus funcionários, esse tipo de ginástica ainda promove a melhora da consciência corporal, da coordenação motora e do equilíbrio físico e mental, explica o professor do curso de Educação Física da Universidade Metodista de São Paulo Eduardo Okuhara.

A ginástica laboral pode ser aplicada em três momentos - antes, durante ou depois do trabalho, dependendo da possibilidade do colaborador. "Feita antes, ela tem uma função de preparação. Já durante, tem o objetivo de compensação e depois, de relaxamento", explica Okuhara. 

Os exercícios devem durar em torno de 10 a 15 minutos. "Trata-se de uma pausa, com exercícios de alongamento, fortalecimento, coordenação e atividades lúdicas, inclusive com utilização de materiais como bexigas, arcos, bolinhas e até bastões", diz o professor. 

Benefícios para todos

Não é apenas o funcionário que sai ganhando com a ginástica laboral. As empresas que optam por implantar esse tipo de atividade também vêem retorno a médio e longo prazo."Se a corporação mantém um funcionário saudável, eventuais gastos com doenças serão evitados no futuro", afirma a fisioterapeuta Fabiana Louro Fontalva. Ela assegura que qualquer instituição, independentemente do ramo, pode adotar um programa de exercícios. "Há empresas em que o serviço não pode parar. Nesse caso, pode ser feito um revezamento entre os funcionários", aconselha.

O custo para a corporação depende de uma série de fatores, como porte e especificidade da função da empresa e quantidade de intervenções desejadas. "De qualquer forma, trata-se de um investimento", afirma Okuhara, que aponta os benefícios do investimento. "Para a companhia, falando comercialmente, a atividade física melhora a relação interpessoal. Além disso, o colaborador tem mais disposição para o trabalho e a empresa acaba tendo alguns benefícios em termos de encargos sociais."

Novidade
Ainda pouco conhecida, nova modalidade de ginástica laboral com aulas de boxe, pilates no solo, alongamento, taishishuan e recreação com música vem conquistando vários adeptos entre os empresários.

A ideia é oferecer aulas diferenciadas e sempre em grupo. "Nossa programação tenta atingir todos os funcionários", explica o personal trainer, Flavio Evangelista. A empresa reserva o final do expediente para as aulas, que acontecem de duas a três vezes por semana. "Sabe-se que na meia hora final é quando as pessoas estão se preparando para ir embora, então a atividade aplicada neste horário não afeta a produtividade do funcionário", diz Evangelista. 

O personal trainer explica que os participantes têm a oportunidade de opinar em relação aos exercícios.

"A ginástica laboral não é mais algo que a pessoa sofre de forma passiva. Agora, ela é sujeito ativo. A proposta vai se moldando dentro do estilo do funcionário e da empresa", esclarece.

Data: 10/03/2011 / Fonte: Diário do Grande ABC

19 de jan. de 2011

Psicólogo americano lista as qualidades de funcionários “indispensáveis

Diz a sabedoria popular que ninguém é insubstituível. Mas o psicólogo americano Robert Bramson, consultor de gestão para empresas como HP, IBM e Bank of America, trabalhou com um conceito similar, adaptado às empresas: numa crise, quem seria a última pessoa a ser mandada embora? Aquela que a empresa tentaria segurar de todas as formas?

Para escrever o livro “First Hired, Last Fired” (Primeiro contratado, último demitido), lançado em 1999, Bramson entrevistou 51 executivos, gerentes e supervisores de grandes e pequenas empresas e de vários setores. Baseou-se também nos 27 anos de experiência em aconselhamento de gestão de pessoas. “A maioria das pessoas que contatamos lembravam-se de pelo menos uma pessoa muito valiosa, e às vezes de várias”, diz o psicólogo.

As características desses profissionais indispensáveis, relatadas por seus chefes e colegas, levaram a um perfil geral, com algumas surpresas. Primeiro, veja a lista das qualidades que NÃO tornam uma pessoa indispensável:

  • Ser o mais tecnicamente competente;
  • Ser confiável (chegar no horário, entregar os relatórios a tempo);
  • Trabalhar longas horas e fins de semana;
  • Decidir rapidamente;
  • Ter imagem de agressivo e orientado para o sucesso;
  • Ser leal à organização;
  • Ser visto como altamente criativo;
  • Ter charme, se dar bem com todo mundo.

“Há algumas surpresas aí”, diz Bramson. “Não é que ser confiável, por exemplo, não seja necessário, ou que se dar bem com todos não seja bom. Mas essas qualidades não levam a pessoa a ser alguém que a empresa não quer perder de jeito nenhum.”

Veja então algumas das qualidades que, segundo o livro, SIM tornam uma pessoa indispensável:

  • Ter orientação sistêmica na solução de problemas – ou seja, ver além da superfície e não simplificar em demasia as questões. Essas pessoas vêem conexões que outras não percebem. Elas recebem muita informação antes de decidir, e têm mentes flexíveis;
  • Consideram-se donas-elas se vêem como responsáveis pelo sucesso de toda a organização. Sentem-se mais presas a seus próprios padrões de qualidade e ética do que aos da empresa, mas não são rebeldes;
  • Estão prontas para interagir – elas ajudam quando é necessário – mas só quando é necessário;
  • Têm certa liberdade em relação aos conflitos e tensões da empresa – elas não são nem subservientes com os chefes nem arrogantes com os subordinados;
  • Têm atitude positiva – são otimistas, sem perder o senso de realidade;
  • São adaptáveis – auto-motivadas, essas pessoas são focadas no que têm de fazer e confiam que, quaisquer que sejam as circunstâncias, elas vão se dar bem.

17 de jan. de 2011

10 fatores que inibem a criatividade dos colaboradores

Quando se pensa em empresa competitiva, já se faz uma alusão de que a organização conta com equipes formadas por profissionais capacitados, que apresentam ideias, tomam iniciativas que solucionam questões internas e possuem um potencial criativo destacado.

Apesar disso, infelizmente, ainda há ambientes de trabalho em que a criatividade dos colaboradores não aflora devido a determinados fatores. Com isso, perde a empresa e o profissional que perde a oportunidade de contribuir e até mesmo de se desenvolver.

Abaixo, confira alguns indicadores que contribuem para a ausência da criatividade nas organizações.

1 – Falta de abertura na empresa, para que os profissionais apresentem inovações, novos processos, propostas que aparentemente simples, mas que quando aplicadas na prática podem otimizar os processos internos.

2 – Receio dos colaboradores de sofrerem algum tipo de retaliação caso a ideia apresentada à empresa não alcance os resultados esperados. Para muitas empresas, o profissional em momento algum pode cometer erros, mesmo que isso ocorra em processos pioneiros e que só a prática permitirá o seu aperfeiçoamento.

3 – “Já tentaram mudar esse processo, mas nunca deu resultados“, “Se está tudo funcionando bem, por que tentar mudar?”, “Se eu você ficaria calado, porque vão achar sua proposta uma grande bobagem“. Expressões como essas servem como um balde d’água gelada para o profissional mais motivado, quanto mais para os que tentam sair da zona de conforto, por exemplo.

4 – “Em time que está ganhando, não de mexe e nem se muda os processos!”. Esse velho ditado popular já não tem mais espaço no ambiente corporativo, porque por mais que os colaboradores apresentem um bom desempenho, sempre haverá alguém que queira inovar, sair da mesmice, ou seja, ficar bem longe do comodismo.

5 – Presença de líderes inseguros, que “cortam” qualquer proposta criativa que seja apresentada por um membro da sua equipe. Isso ocorre porque, a todo custo, o gestor quer manter sua posição e se sente ameaçado quando alguém começa a se destacar dos demais que estão à sua volta.

6 – Tecnologias novas só geram custo, inclusive para treinar os colaboradores. Se uma empresa adota uma postura similar a essa, está caminhando para um “buraco negro” por dois motivos. Primeiro porque deixa de acompanhar as tendências do mercado e perde espaço para a concorrência. Segundo: os profissionais criativos tendem a procurar novos desafios no mercado de trabalho.

7 – Um ambiente tenso de trabalho é um verdadeiro inimigo da criatividade, pois as pessoas passam a ser vítimas do estresse e, consequentemente, a mente perde espaço para a inovação e cede lugar para uma bagagem de tensões.

8 – Metas impossíveis de serem alcançadas. Com a extrema competitividade do mercado, há gestor que espreme sua equipe para apresentar resultados imediatos, mas sem qualquer respaldo técnico e tempo necessário para a conclusão das atividades. Isso é muito comum no dia a dia de organizações que contam com líderes tiramos.

9 – Ausência de espírito de equipe. Muitas vezes, um profissional tem uma proposta que precisa ser aprimorada antes de apresentar ao seu gestor. No entanto, ele não se sente seguro em compartilhar sua ideia seja “roubada”, caso peça ajuda a um colega de trabalho.

10 – Inexistência de ações ou programas que estimulem a criatividade como, por exemplo, dinâmicas que podem estimular os profissionais a quebrarem paradigmas. Nesse caso a atuação direta da área de Recursos Humanos torna-se fundamental, pois estimular o potencial criativo dos funcionários deve ser uma ação periódica.

Patrícia Bispo / RH.com.br

21 de dez. de 2010

"VITÓRIA MERECIDA"

É com muito orgulho que postamos hoje, pois o nosso companheiro de trabalho MAXWELL, é o 8º Lugar Geral do Curso de Química Industrial no Instituto Federal de PE (IFPE)!


Fim de ano, momento de muitas reflexões, renovações, mas também de muita comemoração e é com muito prazer, pra falar a verdade com muito orgulho, que convidamos a todos que fazem a família EPESA filial a comemorar o inicio de uma difícil jornada, conquistada com muito esforço por um de nós:

PARABÉNS MAXWELL por ter passado no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE).

A aprovação no vestibular não mensura o quanto você é capaz, coisa que já sabíamos, mas demonstra que você pode chegar onde quiser.

Que Deus ilumine teu caminho, que Ele te conduza pela trilha reta da hombridade e da honestidade, pois o que importa não é o cargo que ocupamos nem a profissão que abraçamos, mas sim podermos andar de cabeça erguida na certeza do respeito ao próximo como a nós mesmos.

Texto: Carol e Eurides.

9 de dez. de 2010