O objetivo da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), de uma empresa é a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. (NR 5.1)
6 de mai. de 2011
10 de mar. de 2011
21 de fev. de 2011
A cada minuto 4 mulheres são agredidas no Brasil
Tal situação é conseqüência da desigualdade na relação de poder entre homem e mulher, construída desde a família. Inicia-se na infância, quando predomina a idéia de que criança só aprende com palmadas, surras, castigos aplicados pelos pais. Nos anos 80 e início dos 90, no HGE e no hospital Getúlio Vargas, recebíamos diariamente mulheres espancadas por seus companheiros. Cheias de lesões. Lembro de uma jovem que chegou desacordada, com trauma grave na cabeça, acompanhada da mãe que contou sobre a brutalidade praticada pelo genro. Ela não sobreviveu à agressão. Ele permaneceu impune. O que presenciava nos hospitais ainda é uma realidade social trágica. Meninos são educados para serem fortes, violentos, preparados para o espaço público. São incitados a brigar e proibidos de chorar. Meninas são domesticadas. Sob o argumento da fragilidade, permanecem no espaço do lar, brincando de boneca. Assim são construídos os papéis do homem violento e da mulher resignada.
Continua aqui.
Ver ainda: Pernambuco: 121 mulheres assassinadas em 2010
Em: http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/2010/07/121-mulheres-assassinadas-em-pernambuco.html
19 de jan. de 2011
Psicólogo americano lista as qualidades de funcionários “indispensáveis”
Diz a sabedoria popular que ninguém é insubstituível. Mas o psicólogo americano Robert Bramson, consultor de gestão para empresas como HP, IBM e Bank of America, trabalhou com um conceito similar, adaptado às empresas: numa crise, quem seria a última pessoa a ser mandada embora? Aquela que a empresa tentaria segurar de todas as formas?
Para escrever o livro “First Hired, Last Fired” (Primeiro contratado, último demitido), lançado em 1999, Bramson entrevistou 51 executivos, gerentes e supervisores de grandes e pequenas empresas e de vários setores. Baseou-se também nos 27 anos de experiência em aconselhamento de gestão de pessoas. “A maioria das pessoas que contatamos lembravam-se de pelo menos uma pessoa muito valiosa, e às vezes de várias”, diz o psicólogo.
As características desses profissionais indispensáveis, relatadas por seus chefes e colegas, levaram a um perfil geral, com algumas surpresas. Primeiro, veja a lista das qualidades que NÃO tornam uma pessoa indispensável:
- Ser o mais tecnicamente competente;
- Ser confiável (chegar no horário, entregar os relatórios a tempo);
- Trabalhar longas horas e fins de semana;
- Decidir rapidamente;
- Ter imagem de agressivo e orientado para o sucesso;
- Ser leal à organização;
- Ser visto como altamente criativo;
- Ter charme, se dar bem com todo mundo.
“Há algumas surpresas aí”, diz Bramson. “Não é que ser confiável, por exemplo, não seja necessário, ou que se dar bem com todos não seja bom. Mas essas qualidades não levam a pessoa a ser alguém que a empresa não quer perder de jeito nenhum.”
Veja então algumas das qualidades que, segundo o livro, SIM tornam uma pessoa indispensável:
- Ter orientação sistêmica na solução de problemas – ou seja, ver além da superfície e não simplificar em demasia as questões. Essas pessoas vêem conexões que outras não percebem. Elas recebem muita informação antes de decidir, e têm mentes flexíveis;
- Consideram-se donas-elas se vêem como responsáveis pelo sucesso de toda a organização. Sentem-se mais presas a seus próprios padrões de qualidade e ética do que aos da empresa, mas não são rebeldes;
- Estão prontas para interagir – elas ajudam quando é necessário – mas só quando é necessário;
- Têm certa liberdade em relação aos conflitos e tensões da empresa – elas não são nem subservientes com os chefes nem arrogantes com os subordinados;
- Têm atitude positiva – são otimistas, sem perder o senso de realidade;
- São adaptáveis – auto-motivadas, essas pessoas são focadas no que têm de fazer e confiam que, quaisquer que sejam as circunstâncias, elas vão se dar bem.
17 de jan. de 2011
10 fatores que inibem a criatividade dos colaboradores
Quando se pensa em empresa competitiva, já se faz uma alusão de que a organização conta com equipes formadas por profissionais capacitados, que apresentam ideias, tomam iniciativas que solucionam questões internas e possuem um potencial criativo destacado.
Apesar disso, infelizmente, ainda há ambientes de trabalho em que a criatividade dos colaboradores não aflora devido a determinados fatores. Com isso, perde a empresa e o profissional que perde a oportunidade de contribuir e até mesmo de se desenvolver.
Abaixo, confira alguns indicadores que contribuem para a ausência da criatividade nas organizações.
1 – Falta de abertura na empresa, para que os profissionais apresentem inovações, novos processos, propostas que aparentemente simples, mas que quando aplicadas na prática podem otimizar os processos internos.
2 – Receio dos colaboradores de sofrerem algum tipo de retaliação caso a ideia apresentada à empresa não alcance os resultados esperados. Para muitas empresas, o profissional em momento algum pode cometer erros, mesmo que isso ocorra em processos pioneiros e que só a prática permitirá o seu aperfeiçoamento.
3 – “Já tentaram mudar esse processo, mas nunca deu resultados“, “Se está tudo funcionando bem, por que tentar mudar?”, “Se eu você ficaria calado, porque vão achar sua proposta uma grande bobagem“. Expressões como essas servem como um balde d’água gelada para o profissional mais motivado, quanto mais para os que tentam sair da zona de conforto, por exemplo.
4 – “Em time que está ganhando, não de mexe e nem se muda os processos!”. Esse velho ditado popular já não tem mais espaço no ambiente corporativo, porque por mais que os colaboradores apresentem um bom desempenho, sempre haverá alguém que queira inovar, sair da mesmice, ou seja, ficar bem longe do comodismo.
5 – Presença de líderes inseguros, que “cortam” qualquer proposta criativa que seja apresentada por um membro da sua equipe. Isso ocorre porque, a todo custo, o gestor quer manter sua posição e se sente ameaçado quando alguém começa a se destacar dos demais que estão à sua volta.
6 – Tecnologias novas só geram custo, inclusive para treinar os colaboradores. Se uma empresa adota uma postura similar a essa, está caminhando para um “buraco negro” por dois motivos. Primeiro porque deixa de acompanhar as tendências do mercado e perde espaço para a concorrência. Segundo: os profissionais criativos tendem a procurar novos desafios no mercado de trabalho.
7 – Um ambiente tenso de trabalho é um verdadeiro inimigo da criatividade, pois as pessoas passam a ser vítimas do estresse e, consequentemente, a mente perde espaço para a inovação e cede lugar para uma bagagem de tensões.
8 – Metas impossíveis de serem alcançadas. Com a extrema competitividade do mercado, há gestor que espreme sua equipe para apresentar resultados imediatos, mas sem qualquer respaldo técnico e tempo necessário para a conclusão das atividades. Isso é muito comum no dia a dia de organizações que contam com líderes tiramos.
9 – Ausência de espírito de equipe. Muitas vezes, um profissional tem uma proposta que precisa ser aprimorada antes de apresentar ao seu gestor. No entanto, ele não se sente seguro em compartilhar sua ideia seja “roubada”, caso peça ajuda a um colega de trabalho.
10 – Inexistência de ações ou programas que estimulem a criatividade como, por exemplo, dinâmicas que podem estimular os profissionais a quebrarem paradigmas. Nesse caso a atuação direta da área de Recursos Humanos torna-se fundamental, pois estimular o potencial criativo dos funcionários deve ser uma ação periódica.
Patrícia Bispo / RH.com.br
30 de dez. de 2010
ACREDITAR EM 2011!!!

Que somos capazes de realizá-los
Encanto e a Magia da Vida!
Viver
É buscar a harmonia de dentro para fora
É sentir no coração a emoção da vida
É sentir o sol pulsante, o orvalho do amanhecer
É sentir as estrelas falando direto ao seu coração
É ver e sentir a vida que pulsa em um animal
É sentir compaixão pela dor do outro
É amenizar o sofrimento daqueles que sofrem
Viver
É estar com o outro lado a lado e sentir-se feliz por ele estar feliz
E na tristeza, levar uma mensagem de amor, fé e esperança
Porque na vida o fim não existe.
Na verdade quando pensamos que estamos no fim,
Estamos novamente recomeçando
Porque a eternidade simplesmente é: não tem início nem fim.
Viva a vida! Mas não se esqueça que para se viver,
É preciso SENTIR.
Então sinta a vida, em toda sua plenitude,
Através do pulsar do seu CORAÇÃO.
Feliz Ano Novo a todos os EPESIANOS!
23 de dez. de 2010
NATAL!!!
Desejo um ótimo Natal a todos e que o espírito de solidariedade perdure durante todo ano que se inicia...
