30 de mai. de 2011

Maiores erros ao dirigir

Confira as dicas de como prevenir acidentes e ainda evitar desgastes no veículo

Muitos pensam que são ótimos motoristas por vários motivos, como: dirigem há muito tempo, nunca sofreu acidentes, tem um bom reflexo, entre outros argumentos que estamos costumados a ouvir. No entanto, muitos destes que se consideram grandes motoristas são, na verdade, os que mais possuem vícios na direção, erros que, a princípio, podem parecer simples, mas que ainda podem ocasionar acidente.


A seguir, destacamos alguns destes erros mais comuns cometidos por todo tipo de motorista e algumas dicas de como evitá-los.

1- Não revisar o carro com frequência
Embora não se trate diretamente de um vício de direção, este é um erro, cometido por muitos proprietários de veículos, muito comum, que não só prejudica a segurança dos passageiros, como também pode contribuir para reduzir a vida útil do carro.
Faça as revisões na periodicidade indicada no manual do veículo e tome algumas precauções antes de pegar a estrada. Cheque as lâmpadas do carro, os freiosamortecedorespneuspára-brisas e os seus limpadoresdireçãoalinhamento e balanceamento. Parece muito, mas isso é o básico!

2 - Dirigir com apenas uma das mãos no volante
Este é um dos erros mais comuns dos motoristas. Muitos nem percebem que fazem isto, daí o perigo. O carro deve ser guiado com as duas mãos, o que permite ao condutor maior controle, inclusive para recuperá-lo se necessário. Não se distraia!

3 - Deixar a mão na alavanca do câmbio
No volante devem ir as duas mãos. Depois de passar a marcha, volte com a sua mão para o volante para o maior controle do carro. Deixar a mão na alavanca de marcha é um vício e é arriscado.

4 - Apanhar objetos dentro do veículo
Não se distraia com objetos ou afazeres enquanto estiver dirigindo. Faça tarefas como acender cigarros, trocar o CD ou a faixa do rádio, quando estiver parado, pode ser no sinal ou no trânsito. Não faça isso jamais com o carro em movimento, pois um acidente pode ser causado em frações de segundo.

5 - Atender ao telefone celular
Dirigir falando ao celular diminui a percepção, mesmo que você utilize um viva-voz. Portanto, deixe o celular de lado quando estiver dirigindo ou pare o carro para atendê-lo.

6 - Dirigir com cansaço, fadiga, sono, preocupações, ansiedade, medo
Você pode achar que está bem para dirigir, mas estas sensações alteram e reduzem a sua percepção na estrada, já que o seu cérebro não fica totalmente focado na direção. Assim, é fundamental que você esteja descansado para dirigir. Se estiver com sono, pare, descanse, e só dirija quando ele passar. O mesmo serve com relação às perturbações mentais. Fique calmo, dê uma arejada, para só depois pegar o volante.

7 - Mudar de faixa repentinamente
Muitos dirigem em verdadeiro zig-zag de uma faixa a outra rapidamente. Isso também é errado, ainda que haja motoristas também errados na sua frente, por exemplo, segurando o trânsito na faixa da esquerda. O correto a se fazer é seguir na sua faixa e só mudar quando seguro, com tempo para que, quem venha atrás de você, perceba que irá fazer o movimento.

8 - Não respeitar a pista molhada
Motoristas, às vezes, não tomam o zelo necessário para dirigir sobre uma pista molhada. Isto é muito arriscado. As condições de dirigibilidade no molhado, sejam nas cidades ou nas estradas, são diferentes das normais. Portanto, mantenha a distância indicada do carro da frente, ou até maior, para que você consiga parar o seu carro na chuva. Não guie o carro na velocidade que você normalmente dirige no seco, reduza-a e redobre a atenção. Cheque sempre o seu pára-brisa e os limpadores.

9 - Segurar o carro na embreagem
Isso acelera o desgaste da embreagem, podendo, ainda, provocar acidentes, se a embreagem do seu carro não estiver corretamente regulada. Procure, portanto, utilizar os freios normais ou o de mão.

10 - Deixar sempre o pé na embreagem                                                                                                                      
Isso pode gerar o superaquecimento da embreagem, reduzindo a sua vida útil. Além disso, você pode reduzir a aceleração ao acioná-la junto com o acelerador.

11 - Rodar com o tanque de combustível sempre na reserva                                                                                      
Não ocasionará danos ao veículo se o combustível não for adulterado. Porém, se for, já que estamos sujeitos a isto, infelizmente, pode haver um acúmulo de resíduos no fundo do tanque.

12 - Passar em buraco ou quebra-molas acionando o freio                                                                                          
O impacto da roda ao passar por um buraco será mais severo quando ela estiver travada pelo freio. A dica é acionar o freio antes.

13 - Acelerar e frear o carro constantemente                                                                                                          
Representa maior consumo de combustível e pode ocorrer um maior desgaste das peças do carro.

14 - Engatar marcha ré com o veículo em movimento                                                                                            
Também desgasta a embreagem. Primeiro pare o carro para, depois, engatar a marcha ré.

16 de mai. de 2011

Espaços Confinados


“É qualquer área não projetada para ocupação contínua, à qual tem meios limitados de entrada e saída, e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que podem existir ou se desenvolverem“.



Os problemas dos Espaços Confinados
 Acidentes Fatais;
 Quase sempre fatais;
 Diversidade de riscos envolvidos;

Os acidentes fatais ou n
ão fatais envolvendo ambientes confinados revelaram dados alarmantes:
 Em 100% dos casos o ambiente não foi analisado;
 Em 95% dos casos não havia um plano de resgate;
 Em 85% dos casos não havia programa de treinamento para a entrada em espaços confinados (permissão de acesso);
 Em 65% dos casos os executantes não sabiam sequer de que se tratava de um espaço confinado;
 Em 60% dos casos fatais, ocorreram mais de uma morte vitimando pessoas que tentavam resgatar colegas;

H
á quatro principais riscos em espaços confinados;
 Deficiência/enriquecimento de oxigênio
 Incêndio ou explosão
 Toxicidade e
 Afogamento em líquidos ou partículas sólidas em suspensão (poeiras)

O empregador deve elaborar e implantar procedimentos de emerg
ência e resgate adequado aos espaços confinados incluindo, no mínimo:

1-     identificação dos riscos potenciais através da Análise Preliminar de Riscos - APR;
2-     descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
3-      utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, resgate e primeiros socorros;
4-      designação de pessoal responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado;
5-      exercício com técnicas de resgate e primeiros socorros em espaços confinados simulados.
Fonte: Site zona de risco; blog do Laércio

9 de mai. de 2011

Fim LEGAL do Ato Inseguro


Através da Portaria n° 84/09, o Ministério do Trabalho corrigiu um antigo erro. A expressão “ato inseguro”, contida na alínea “b” do item 1.7 da NR 1, foi retirada da regulamentação, assim como os demais subitens que atribuíam ao trabalhador a culpa pelo acidente de trabalho. O novo texto esclarece a possibilidade da divulgação de ordens de serviço sobre Segurança e Saúde por meios alternativos como, por exemplo, cartazes, comunicados e meios eletrônicos.

Na opinião do médico do Trabalho e especialista em análise de acidentes do trabalho, IIdeberto Muniz de Almeida, a aprovação desta alteração representa a desconstrução das práticas de atribuição de culpa às vítimas de acidentes. “Não se trata apenas de uma mudança restrita aos instrumentos legais. Isso significa que o MTE retomou seu trabalho de incentivo à prevenção de acidentes, incluindo novas propostas de formação e de atualização de seus auditores fiscais”, considera Almeida.
Confira na Íntegra:

5 de mai. de 2011

Doença do laptop dá dores nos punhos, cotovelos e costas!

JULLIANE SILVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


O uso prolongado dos notebooks tem aumentado os casos de dores e lesões em ligamentos e articulações.
O formato do aparelho dificulta uma boa postura durante a digitação e pode causar problemas nos ombros, cotovelos, punhos e na coluna, além de dor de cabeça.
Preocupado com a popularização dos PCs portáteis entre estudantes norte-americanos, o especialista em reabilitação Kevin Carneiro, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), cunhou o termo "laptoptite" em analogia a doenças como a tendinite para designar os problemas causados pelo aparelho.
"A diferença para os desktops é que, no notebook, o monitor e o teclado estão conectados, o que dificulta o posicionamento do corpo", disse Carneiro à Folha.
No Brasil, a tendência é a mesma. Em 2010, as vendas de notebooks superaram pela primeira vez as de desktops _foram vendidos mais de 7 milhões de computadores portáteis, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.
A preferência pelos laptops é impulsionada pela queda nos preços e a facilidade no transporte. Os efeitos já são vistos nas clínicas.
"Recebo muitos pacientes com dores. A maioria dos problemas é de postura. A pessoa deita na cama e quer resolver tudo no laptop: não dá para ficar sem dor", diz Paulo Randal Pires, presidente do Comitê de Mão da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).
A professora universitária Patrícia Alfredo, 29, já sente o ônus da mudança. Trocou o desktop pelo notebook há seis meses e já convive com dor no pescoço, cotovelo e na cabeça e tensão nos ombros.
"Uso a mesma mesa do desktop e adquiri um suporte. Mas, por mais que eu tente posicionar o computador direito, meu braço nunca fica totalmente correto." Mesmo assim, ela continua usando o notebook. "A tentação é grande, é muito fácil e carrego para todo lado."
Editoria de Arte / Folhapress



MENOS TEMPO
Um estudo publicado em fevereiro na revista "Ergonomics" por pesquisadores da Boston University Sargent College, nos EUA, mostrou que usar o notebook por mais de quatro horas por dia já traz riscos de dores e lesões.
"O ideal seria usar esse tipo de computador só para emergências e viagens", diz Raquel Casarotto, professora de fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP.
A pesquisa também avaliou o impacto do uso de cadeiras adequadas, suporte e teclado sem fio na redução de dores de 88 universitários durante três meses. O grupo que usou os acessórios apresentou menos problemas.
Como o monitor do notebook é fixo, não dá para deixá-lo na altura ideal sem a ajuda dos acessórios. No improviso, o usuário força o pescoço para baixo, tensionando ombros e coluna.
Os punhos também ficam mais tensos, porque é mais difícil apoiá-los no laptop. A posição errada altera a circulação sanguínea e afeta a nutrição dos tecidos, o que pode causar inflamações.
O ideal é acoplar um teclado ao aparelho, para melhorar a posição das mãos, e usar um suporte para elevar a tela à altura dos olhos.
A altura das teclas deve permitir que os ombros fiquem relaxados _por isso, o notebook não deve ser usado no colo, na cama ou em mesas altas, como as de jantar.
Quanto menor o aparelho, maiores são os riscos. Teclas pequenas obrigam o usuário a adotar uma postura restrita, comprimindo músculos e gerando tensão em todo o corpo.
"Um amigo se encantou com um notebook superpequeno, do Japão. Em três semanas de uso, desenvolveu uma inflamação dos tendões do cotovelo", diz Casarotto.
Atenção também aos tablets, que devem ficar apoiados em mesas. Segurá-los causa dores nos punhos e nos dedos. Mesmo na mesa, o pescoço fica curvado para baixo, piorando a postura.
"Ler no tablet não traz riscos, também não é proibido digitar rapidamente. Mas usá-lo sempre para navegação trará problemas, porque o aparelho precisaria ser colocado na vertical, o que é inviável", diz Casarotto.