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14 de set. de 2010

Tabela mostra o consumo de combustível dos carros na cidade e na estrada!

Consumidores podem comparar a eficiência energética dos veículos de seis montadoras, por meio de tabela desenvolvida pelo Inmetro e Conpet.

Estão disponíveis nos portais do Conpet (www.conpet.gov.br) e do Inmetro (www.inmetro.gov.br) as informações a respeito dos modelos de veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular em 2010. As empresas Fiat, Kia, Honda, Renault, Toyota e Volkswagen (

Fiat, Kia, Honda, Renault, Toyota e Volkswagen) aderiram voluntariamente ao programa e incluíram 67 modelos de veículos. A quantidade dobrou em comparação a 2009, ampliando as opções de escolha dos consumidores.

Os carros são classificados de A a E, sendo A o mais econômico. O desempenho do automóvel em relação ao consumo de combustível deve ser comparado por categoria: sub-compacto, compacto, médio, grande, carga derivados de passageiros, comercial e fora-de-estrada.

A adesão dos fabricantes e importadores ao programa é renovável a cada ano. Ao decidir participar, a montadora deve testar seus veículos em laboratório, e informar os dados do consumo de combustível e da eficiência energética dos modelos no manual do proprietário e nos pontos de venda. Essas informações também podem ser consultadas na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia para Veículos, afixada opcionalmente pelos fabricantes nos vidros dos carros. A etiqueta é semelhante àquela utilizada em eletrodomésticos.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, lançado em novembro de 2008, é uma iniciativa do Inmetro em parceria com o Conpet – Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural.

O Conpet é implementado pela Petrobras com o objetivo de desenvolver ações que promovam uma cultura antidesperdício e estimulem o uso racional dos combustíveis em residências, indústrias e no transporte. O Conpet já participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro, para fogões e aquecedores de água a gás.

A etiquetagem veicular inclui o Brasil na lista dos países que desenvolvem programas de eficiência energética e de uso racional de combustível em veículos.

A experiência mundial mostra que esses programas, voluntários ou compulsórios, induzem à fabricação de veículos mais eficientes,beneficiando o consumidor e o meio ambiente.

Fonte: Petrobras

28 de jul. de 2010

Qual a diferença entre voto em branco e voto nulo?

Na prática, não há mais diferença entre um e outro. Nenhum deles conta na hora de fazer a soma oficial dos votos de cada candidato. Desde 1997, quando houve uma mudança na legislação eleitoral, os votos brancos e nulos passaram a ter significado quase idêntico, ou seja, não ajudam e nem atrapalham a eleição. Como muita gente não sabe disso, a confusão persiste.

O voto nulo ocorre quando o eleitor digita, de propósito, um número errado na urna eletrônica e confirma o voto. Para votar em branco, o eleitor aperta o botão “branco” do aparelho. Antes de existir urna eletrônica, quem quisesse anular o voto rasurava a cédula de papel – tinha gente que escrevia palavrão e até xingava candidatos. Quem desejasse votar branco, simplesmente deixava de preencher os campos da cédula.

As dúvidas sobre esse assunto sobrevivem porque, até 1997, os votos em branco também eram contabilizados para se chegar ao percentual oficial de cada candidato. Na prática, era como se os votos em branco pertencessem a um “candidato virtual”. Mas os votos nulos não entravam nessa estatística.

Com a lei 9.504/97, os votos em branco passaram a receber o mesmo tratamento dos votos nulos, ou seja, não são levados em conta. A lei simplificou tudo, pois diz que será considerado eleito o candidato que conseguir maioria absoluta dos votos, “não computados os em brancos e os nulos”.

Mas por que então os votos em branco eram contabilizados antes? Há controvérsia sobre isso. Alguns juristas e cientistas políticos sustentam que o voto nulo significa discordar totalmente do sistema político. Já o voto em branco simbolizaria que o eleitor discorda apenas dos candidatos que estão em disputa. Daí, ele vota em branco para que essa discordância entre na estatística. Porém, depois da mudança da lei essa discussão perdeu o sentido, já que tanto faz votar branco ou nulo.

Vale a pena lembrar também que nas últimas eleições tem circulado e-mails que pregam anular o voto como forma de combater a corrupção na política.

Esses textos dizem que se houver mais de 50% de votos nulos e brancos a eleição será cancelada e uma nova eleição terá de ser marcada, com candidatos diferentes dos atuais. Puro engano. Tudo isso não passa de leitura errada da legislação, segundo as mais recentes interpretações do próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

9 de jul. de 2010

CIDADANIA EPESA NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO



Governo do estado, Ministério Público, OAB-PE pedem punição para internautas que postam comentários contra as vítimas das enchentes

O Brasil inteiro vem ajudando as vítimas das enchentes que devastaram mais de 90 cidades em Pernambuco e Alagoas no mês passado e que tiraram os sonhos de boa parte da população que perdeu tudo com a força das águas. A corrente de solidariedade é tão grande ao ponto de as defesas civis não terem locais para guardar o volume de comida e roupa que chegam até de fora do país. Em meio a toda essa mobilização, também há espaço para demonstrações de preconceito, racismo e perseguição aos nordestinos. Isso, no território livre da internet, por meio do Orkut. Comentários do tipo "nordestinos devem morrer nessa lama" ou "deviam ter se afogado nas águas sujas" chocam agora a população em intensidade semelhante à tragédia. O governo do estado chegou a garantir ontem, por meio da Procuradoria Geral, que não ficará de braços cruzados frente à demonstração preconceituosa e que tomará providências judiciais necessárias. O Ministério Público estadual deverá solicitar ainda hoje investigação da Polícia Federal para identificar os internautas. A Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco também se pronunciou ontem e garantiu que estará cobrando do MPPE posicionamento contra os membros da comunidade denominada Odeio nordestino.
Notícia na integra no site: click aqui


Em meio a tudo isso funcionários da Epesa foram participar da campanha de solidariedade aos desabrigados pela enchente no Município de Ribeirão.

Felizmente as pessoas que pensam dessa forma são minoria doente e essa atitude só nos fortalece e nos motiva ainda mais a ajudar de todas as formas possíveis. Nordestino é povo que sabe dividir e compartilhar afinal na maior parte de sua vida tem que sobreviver com pouco diante da fome e da pobreza que ainda é realidade nos nossos interiores. O braço forte de nosso povo foi o alicerce que levantou a riqueza de norte a sul do Brasil, e quando a tempestade realmente passar nossas cidades, hoje devastadas, irão florir ainda mais belas e muito mais fortes.
Trazemos imagens da viagem feita por Ednaldo, Sergio e Washington que levaram um pequeno apoio de todos nós que fazemos a EPESA para a cidade de Ribeirão, antes apelidada de Princesa dos Canaviais, que foi submersa sob águas do Rio Amaraji.